Quinta-feira foi a noite da decisão.
E a decisão -- como deve ter com todas as coisas importantes -- foi tomada durante a oração, banhada em lágrimas de sangue.
Um pouco antes, tinha deixado a aula final aos seus alunos, quando lavou os seus pés, toalha na cintura, como se fosse um escravo.
Depois desceu com eles para o jardim do Getsêmani, perto do rio Cedrom, do lado de fora das muralhas de Jerusalém.
Ajoelhou-se de corpo inteiro.
Era quinta-feira.
Orou, primeiramente de modo suave. Orou, depois mais intensamente. Orou, por fim em total angústia.
Eram dois os seus pedidos: que Deus lhe livrasse da morte (o lugar da crucificação estava mais acima, escondido pelas oliveiras) e que a vontade de Deus, não a dele, prevalecesse.
Venceu a vontade de Deus e a humanidade pode desde então agradecer pela cruz que Jesus carregaria e sob a qual vergaria na tarde seguinte.
O Getsêmani é o jardim da decisão, a mais difícil para Jesus e a mais importante para os seres humanos.
O Getsêmani nos convida a pensar em como tomamos nossas decisões. Com o sangue da seriedade, como o vertido por Jesus, ou com o sono da superficialidade, como o dormido pelos discípulos de Jesus.
Era quinta-feira.
Precisamos de mais quintas-feiras em nossas vidas.
Texto de Israel Belo de Azevedo
http://www.facebook.com/israel.deazevedo
Grande Leão, transforme em versos meus pensamentos. Porque a vida é um livro escrito agora e os próximos rabiscos eu não sei...
quinta-feira, 28 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Um brinde a "Quintania.."
"O segredo não é correr atrás das borboletas.. É cuidar do jardim para que elas venham até você.."
Mario Quintana
sexta-feira, 8 de março de 2013
Musica: MulherAutor: Projota
Aos 4 m e 36 ss
Mulheres são o que são
E não o que nós queremos
que elas sejam. Por isso,
mulheres são a razão e a fração
Do mundo que os
homens mais desejam
homens mais desejam
Essa é pra vocês ♫
Projota
video projota mulher
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Ficando velho..
Querido Davi Augusto "Dengue", você cresce mais
que os anos e os aniversários..
A cada dia você fica gigante e nós mais velhos, sendo assim
ficaremos rabugentos primeiro.. por isso, não nos escute, não nos copie..
Você é pequeno ainda, mas é maior que nosso tempo, maior que
hoje.. você é o futuro e nós o agora, você é o futuro olhando o presente e
rindo da gente.. e as vezes, é isso mesmo literalmente..
Sabe tem algo maior que você ai dentro, algo que nos
conhecemos como amor.. e o amor leva a gente a lugares incríveis e a fazer
coisas fascinantes.. eu olho pra você e só penso em como sempre quero estar lá,
seu bom e velho tio-padrinho, para ver você trazer ao mundo algo maravilhoso.. Quando
chegar sua vez, quando chegar a sua hora, faça isso..
No demais, só continue encantando a todos, os levando a se
apaixonarem por você, e puxa.. como você é bom nisso..
Por isso a palavra à minha boca é “felicidades”, hoje é seu
aniversário.. nosso grande, ainda pequeno, garoto.. PARABÉNS!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
O-culto
O-culto
A madeira que toco, antes foi tronco que dançava seus galhos ao ritmo dos sopros de outono, como se festejasse seu objetivo bondoso de purificar o respirar, contudo antes foi semente, foi broto, foi fruto de outra arvore dançante.
O trabalhador que a partiu, louvou com seu labor, com sua performance diária e precisa, imbuído em extrair o pau e do pau o pão suado.
O desenhista projetou o instrumento e louvou com seu planejamento, sua engenharia e o estabelecimento do som, timbre e satisfação da expectativa musical comum.
Ao finalizar o desenho sorriu de prazer, teve orgulho de si, de sua engenhosidade.
O artesão, por sua vez, executou o projeto, louvou com seu esculpir, como se pudesse tanger com seu mestrado, ouvir as notas ao polir, lixar, envernizar, pintar, modelar, beneficiar a madeira bruta, lapidada até sua obra final e nessa sinfonia maluca, brincou de tornar perfeito algo que não o era “aos olhos”, algo "aos olhos" ainda bruto, mas que já trazia perfeição em seu ventre, perfeição que suas mãos artesãs ousaram desvendar.
Hoje de manhã, determinei o calibre das cordas e o preparei para seu fim sublime: honrar o empenho de tudo e todos. Decidi tanger uma canção antiga, depois decidi compor algo, pois ao refletir sobre tudo, só consegui encontrar a plenitude desse culto oculto.
Quero compor uma obra justa, por isso te peço, querido violão caridoso, me deixas ouvir o som das folhas ao vento, que eu sei que ainda conservas dentro de ti, que embalou a todos, que mexeu com tudo, que me toque também.
A madeira que toco, antes foi tronco que dançava seus galhos ao ritmo dos sopros de outono, como se festejasse seu objetivo bondoso de purificar o respirar, contudo antes foi semente, foi broto, foi fruto de outra arvore dançante.
O trabalhador que a partiu, louvou com seu labor, com sua performance diária e precisa, imbuído em extrair o pau e do pau o pão suado.
O desenhista projetou o instrumento e louvou com seu planejamento, sua engenharia e o estabelecimento do som, timbre e satisfação da expectativa musical comum.
Ao finalizar o desenho sorriu de prazer, teve orgulho de si, de sua engenhosidade.
O artesão, por sua vez, executou o projeto, louvou com seu esculpir, como se pudesse tanger com seu mestrado, ouvir as notas ao polir, lixar, envernizar, pintar, modelar, beneficiar a madeira bruta, lapidada até sua obra final e nessa sinfonia maluca, brincou de tornar perfeito algo que não o era “aos olhos”, algo "aos olhos" ainda bruto, mas que já trazia perfeição em seu ventre, perfeição que suas mãos artesãs ousaram desvendar.
Hoje de manhã, determinei o calibre das cordas e o preparei para seu fim sublime: honrar o empenho de tudo e todos. Decidi tanger uma canção antiga, depois decidi compor algo, pois ao refletir sobre tudo, só consegui encontrar a plenitude desse culto oculto.
Quero compor uma obra justa, por isso te peço, querido violão caridoso, me deixas ouvir o som das folhas ao vento, que eu sei que ainda conservas dentro de ti, que embalou a todos, que mexeu com tudo, que me toque também.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
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